Condenada a 12 anos de prisão a mulher que matou mais de 30 mil animais!

Finalmente fez-se JUSTIÇA!!!

Condenada a 12 anos de prisão a mulher que matou mais de 30 mil animais em 10 anos!

 

Mulher que matou mais de 30 mil animais!!!
É inacreditável o que acabo de ler esta manhã, revoltante e ao mesmo tempo acalma a alma por saber que este monstro foi condenada finalmente por ter assassinado tanto anjo inocente! Quase impossível de acreditar que alguém tenha feito tamanha maldade! Leiam por si mesmos o artigo porque eu ainda não caí na real e parte-me o coração de saber que isto realmente aconteceu! 🙁

 

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Sem comentários!

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39 gatos e cachorros são encontrados mortos dentro de sacos de lixo na zona sul de São Paulo (Brasil)

 

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Foto feita por detetive contratado por ativistas: cadela com gravatinha (imagem abaixo) sendo entregue para Dalva e a mesma cadela morta encontrada no lixo no dia seguinte!

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A pobre cachorrinha da foto com lacinho foi entregue a falsa protetora Dalva Lina e foi morta horas depois. Chegou feliz achando que tinha encontrado um lar. Estava GRÁVIDA!

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O corpo da cachorrinha foi encontrado pela polícia no lixo.

Dalva Lina da Silva, de 42 anos, que ficou conhecida como “a matadora de animais” por ter assassinado 37 animais entre cães e gatos de forma dolorosa e lenta em SP dois anos atrás, recebeu na data de 18 de junho a pena de 12 anos, seis meses e 14 dias de prisão, além de uma multa referente a cada um dos animais mortos. Esta mulher confessou que matou mais de 30 mil animais!!!!!
Diante de tantas atrocidades cometidas contra os animais no Brasil sem qualquer punição aos criminosos, a sentença de Dalva é uma grande vitória que faz história no judiciário brasileiro e na causa dos direitos animais. Dalva foi processada pelo Ministério Público pelo crime previsto no artigo 32, parágrafo 2º, da Lei Federal de Crimes Ambientais – 9605/98, por maus-tratos seguido de morte dos animais, mas na última audiência, ocorrida em 20 de maio, acrescentou-se mais uma acusação, a de uso de substância proibida – crime previsto no artigo 56 da mesma lei e cuja pena mínima é de um ano de detenção. Isso porque ela usou queratina, um produto anestésico que só pode ser administrado por veterinários.

Mortos com alto grau de crueldade

De acordo com o perito que necropsiou os corpos dos 37 animais, eles foram assassinados de uma maneira extremamente cruel, o que provocou grande sofrimento e extrema dor em cada um deles por até 30 minutos. Dalva injetava a droga no peito dos animais por meio de várias agulhadas numa tentativa insana de tentar atingir o coração deles. Todos foram encontrados com várias perfurações no peito e morreram, por conta disso, de hemorragia interna. Uma cachorrinha entregue nas mãos de Dalva poucas horas antes de ser morta foi o caso mais chocante: tinha 18 perfurações.

Segundo a veterinária Beatriz Mattes, da ONG, a maioria dos animais mortos era filhotes, com idade entre 1 e 2 meses. Segundo ela, um dos animais mortos tinha marca de injeção no coração. Beatriz suspeita que Dalva tenha injetado cloreto de potássio – o produto foi encontrado pela polícia dentro da casa da mulher.

Ainda segundo a veterinária, os corpos foram encontrados com “aparência estranha”. “Todos estavam em posições que definharam, encolhidos, todos defecados. Nunca vi uma cena tão feia em toda a minha vida”.

Vânia Tuglio, promotora de Justiça do Ministério Público/GECAP – Grupo de Atuação Especial de Combate aos Crimes Ambientais e de Parcelamento do Solo Urbano, e colunista da ANDA, que esteve à frente do caso, conta que a quetamina, ao ser administrada de forma errada por uma leiga e em animais de pequeno porte, causou efeito contrário ao invés de anestesiar: “O perito que examinou os corpos disse que os animais tiveram taquicardia e ficaram agitados. Eles sentiram agonia e dor por cerca de 20 a 30 minutos até morrerem”. Assim, a droga injetada potencializou o sofrimento dos animais. “Essa sentença é histórica porque faz justiça ao assassinato de 37 cães e gatos. Ao expedir o mandado de prisão preventiva, a juíza não apenas cumpre a lei, mas resguarda a sociedade de uma pessoa extremamente perigosa”, comenta a promotora.

 

 


 

 

Os animais sabiam que estavam sendo mortos!

Presente na última audiência, o perito Paulo Cesar Mayorca, professor do departamento de patologia da faculdade de medicina veterinária da USP, fez pelo menos duas declarações estarrecedoras. Disse que para matar os animais daquela forma sozinha, Dalva teria que amarrá-los em provável posição de crucificação, com pernas juntas e braços abertos.

E, além disso, eles sabiam que estavam morrendo. A juíza do caso, segundo a promotora Vânia, se interessou por esse aspecto do julgamento e quis saber mais: “Ela perguntou se os animais tinham consciência que estavam sendo mortos e o perito respondeu que sim, que o tempo todo eles estiveram conscientes do que estava acontecendo”.

Mayorca constatou também que nenhum dos animais apresentava doença terminal ou lesão que comprometesse a saúde deles. Eram saudáveis e alguns, inclusive, castrados e prontos para adoção. O laudo cadavérico, portanto, desmentiu a alegação de Dalva que dizia ter matado apenas seis dos 37 animais por estarem em “estado terminal”.

Dalva disse que adquiria a droga de um veterinário amigo da família que já morreu. Também alegou que todas as centenas de animais que recebeu ao longo de anos foram doados, mas ela não fez nenhum registro das adoções e não se lembra para quem doou. Os seis gatos encontrados vivos em sua casa na noite do flagrante foram entregues à ONG Adote um Gatinho que teve autorização judicial para doá-los.

 

Inferno na Terra!

Indignada com um caso tão bárbaro, a promotora pediu à juíza que Dalva fosse condenada pela morte de todos os 37 animais somando-se as penas de cada um – como se faz no caso de assassinato de várias pessoas por um mesmo criminoso. Ela lamenta que as leis brasileiras ainda não permitam punições condizentes com a gravidade dos crimes praticados contra animais, mas está confiante que o cenário deve mudar a partir da condenação de Dalva. Em muitos países crueldade animal leva os criminosos para a cadeia e sem que sejam necessários longos processos.

Além disso, em alguns países se entende que deter pessoas que torturam e matam animais é uma maneira eficaz de proteger também a população humana já que esses indivíduos são naturalmente violentos e, muitas vezes, psicopatas. À propósito, estudos feitos pelo FBI apontam que uma esmagadora parcela de psicopatas começa sua trajetória torturando e matando animais, às vezes na adolescência ou até mesmo na infância. Por isso, a partir do próximo ano, quem maltratar e matar animais nos EUA terá um julgamento igual ao de qualquer outro criminoso.

Pesquisa que consta do livro “Maus tratos aos animais e violência contra as pessoas”, de Marcelo Robis Nassaro, capitão do Comando de Policiamento Ambiental de SP, chegou à mesma conclusão do FBI. Indivíduos autuados por maus-tratos em SP, em geral, já tinham outras acusações criminais, especialmente de lesão corporal contra pessoas. Em todo o Brasil chovem denúncias de atrocidades cometidas contra animais e a população se sente cada vez mais impotente. Juntam-se provas, a comunidade se une, protesta, exige justiça, mas as leis brasileiras ainda não enxergam que quem maltrata e mata animais é um criminoso em potencial, capaz de matar também pessoas.

 

Quem ajudou Dalva a cometer os crimes?

Fica aqui um alerta para quem “doa” animais. É preciso acompanhar as adoções. Ter endereço e telefone dessas pessoas, pedir fotos recentes e até fazer visitas esporádicas. De que adianta resgatar, gastar com medicamentos, veterinários, cirurgias, castrações e, por fim, jogar o animal nas mãos de uma assassina? Dalva conseguiu matar muitos animais graças a irresponsabilidade de muitas pessoas que apenas descartaram os animais nas mãos dela e nunca mais quiseram saber dos bichos. Embora ela própria pegasse animais nas ruas, também recebeu dezenas de animais, principalmente gatos, cujo paradeiro ela não quis informar. Inclusive, entre os 37 animais mortos descobertos pelo detetive do caso, a maioria era filhotes de gatos.

 


Em 2012…

 

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Na tarde deste sábado (14 de Junho de 2012) mais de cem protetores se reuniram em frente à casa de Dalva (que não se encontrava no local), na Vila Mariana, em SP. Segundo testemunhas, ela saiu de casa, durante a madrugada, levando dentro de um carro caixas de transporte possivelmente com animais.

Depoimentos de vários protetores, vizinhos e de um detetive apontam que o número de animais mortos é imensamente maior do que o encontrado esta semana. Segundo o detetive particular, contratado por protetores independentes, somente nos 20 dias em que ele esteve vigiando o local, cerca de 300 animais entraram na casa dela e nenhum deles saiu.

 

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Em frente à casa de Dalva ativistas deixaram homenagem aos animais assassinados!

Atitude suspeita

O comportamento de Dalva causava estranheza entre alguns moradores da rua. Segundo relato de uma vizinha, que preferiu não se identificar, ela descartava entre 6 e 7 sacos de 100 litros, três vezes por semana (às terças, quintas e sábados), exatamente na hora em que o caminhão de lixo passava. “Era muito lixo para uma casa só”, disse ela.

Uma casa com três pessoas adultas e uma criança descartar cerca de 2 mil litros de lixo por semana é algo inconcebível. Isto só comprova a prática cruel que ela vinha exercendo todos esses anos”, afirma a ativista Marli Delucca.

Sabendo que ela recebia centenas de gatos e cães por mês e com base nessas informações, estimamos que cerca de 30 mil animais possam ter sido mortos pelas mãos de Dalva nos últimos oito anos”, contabiliza Marli Delucca. “A Dalva recebia animais para encaminhar para adoção há cerca de 8, 10 anos. É só fazer as contas”, reforça a protetora Raquel Rignani.

 

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As palavras “Justiça” e “Assassina” foram pichadas no portão e na calçada da casa

 

Suspeita-se ainda que ela descartasse mais corpos de animais por caçambas espalhadas pela cidade.

Muita gente sempre desconfiou dela, mas nunca tínhamos provas”, disse Marilene dos Santos, que também atua na proteção animal. Marilene chegou a formalizar uma denúncia contra Dalva na delegacia, em novembro de 2010, mas nada foi feito.

Só o protetor Lincoln Seiji encaminhou para a falsa protetora, no último mês, 58 animais, acreditando que estava dando um bom destino aos gatos. “Acabamos confiando no demônio que sempre mentiu para todos nós. Ela abriu as portas da sua casa, espalhou os gatinhos na cozinha, mostrou que tinha uma linda criança, gatinhos adultos andando dentro da casa e toda aquela conversa mentirosa dela. Jamais imaginaria que esses animais estariam sendo entregues a uma assassina!”, desabafou Lincoln.

Ameaça

Duas protetoras que estavam no local foram ameaçadas pelo ex-marido da acusada, que saiu do carro com um revólver em sua cintura. “Ele estava armado, e nos ameaçou diretamente ao ver que pedíamos justiça contra essa assassina”, contou Angela Ledesma, uma das protetoras. “Assustadas com o teor da ameaça, registramos um BO pelo 190. A TV Record registrou tudo.”, disse Claudia Sakaki.

 

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Uma menina de apenas sete anos fez um desenho em protesto à matança!

Homenagem aos anjinhos de 4 patas!

Mulher que matou mais de 30 mil animais

Protetores deixaram flores e cartazes em homenagem aos animais mortos

O clima durante a manifestação era de tristeza pelas mortes e revolta pela ineficiência da justiça brasileira – principalmente para atos de maus-tratos e crueldade contra os animais, ainda considerados de menor potencial ofensivo pela legislação do país.

Num gesto de pequena homenagem aos cães e gatos assassinados, manifestantes deixaram flores na entrada da casa. Outros levaram cartazes com pedidos de justiça e fixaram no portão.

Entre os manifestantes, havia tutores com seus animais e pessoas de todas as idades, inclusive crianças. Uma delas era um menino que passou pela calçada, olhou para a casa e disse para a mãe: “que casa amaldiçoada!”, exclamou em seu tom espontâneo de criança.

Durante a manifestação, os participantes se reuniram em uma grande roda para rezar pelos animais vítimas da matança.

 

Video demonstra as pessoas a homenagear os anjinhos!

 

Flagrante

Mulher que matou mais de 30 mil animais

Na noite do flagrante, quinta-feira (12 de janeiro de 2012), o detetive viu a mulher colocando pacotes na calçada e verificou que se tratavam de corpos de animais. Ele contatou os protetores, que chamaram a Polícia Militar. A mulher de 42 anos         foi então detida, sob suspeita de matar 39 cães e gatos!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: ANDA 

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27 Comentários

  1. Sem comentario pelas atrocidades que cometeu. Mas havià de ser prisao a vida é que as outras detidas se ocupem dessa nojenta como se deve é a façam sofrer um maximo . Obrigado as autoridades

  2. E nós quando se começa a cumprir a Lei?……

  3. imagina o pessoal dos matadouros,não vai haver prisões que cheguem !!!

  4. Acho muto bem tinha 4 e murreu me un pequenino ate estou doente nao se faz

  5. so isso,que tal ela ter que ir limpar a caca de outros 30 mil todos os dias….

  6. só!!!?devia ser prisão perpétua!!!!!vaca!!!

  7. 12 anos??? Isso são glórias, já não devia sair era de la

  8. Quem faz aos animais, se puder fará a pessoas…

  9. Devia sofrer o mesmo…sem dó nem piedade!

  10. Ainda foi pouco devia apanhar 20 ou 50 morrer na cadeia é pouco para este monstro

  11. Estúpida e põem na prisão perpétua.

  12. Maldita cabra. Prisao perpétua. Kd sair essa puta volta a fazer.

  13. Tem mesmo cara de demónio ,era fazer-lhe o mesmo se ouver justiça

  14. Trinta anos é pouco para esta monstra feiosa !

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