Gerente ameaçou despedir funcionária que tinha filho no hospital, em estado crítico

Crystal Reynolds Fisher, de Michigan, nos Estados Unidos, disse à gerente do restaurante onde trabalha, que não poderia fazer o seu turno porque o seu filho, adolescente, estava internado num hospital, em estado crítico.

A troca de mensagens, revelada posteriormente pela mãe, revelou que a gerente tentou obrigar a mãe a trabalhar, ameaçando-a com despedimento.

O filho Jason, de 18 anos, foi colocado em suporte de vida, depois de desenvolver o que os médicos acreditam ser uma forma de resposta do corpo à infecção, que poderia resultar em falência múltipla de órgãos.

Publicado por Crystal Reynolds Fisher em Sábado, 30 de Junho de 2018

“Eu não sabia o que estava a acontecer com o meu filho. Finalmente, um médico saiu e disse-me que eles tinham que colocá-lo em suporte de vida.”

A mãe perturbada decidiu ficar ao lado do filho, enquanto ele lutava para permanecer vivo.

A mãe enviou uma primeira mensagem a avisar de que ainda não podia trabalhar: “O meu filho ainda está em suporte de vida. Até ele sair não vou poder trabalhar. Aviso quando ele começar a melhorar…”

A gerente respondeu: “Não é assim que fazemos as coisas, portanto vou entender que te estás a despedir”.

A mãe perguntou qual é era o  procedimento adequado para quando um filho está em risco de vida: “Nunca disse que me estava a despedir, portanto devo entender que estás a demitir?”.

“Se não podes vir trabalhar, estás a despedir-te”, respondeu a gerente.

So my son is on life support and I tell my boss 48 hours before I am to work again that I will not be able to work until my son is off life support and this is what she tells me!

Publicado por Crystal Reynolds Fisher em Sábado, 30 de Junho de 2018

A mãe explicou que não se tratava de uma simples consulta, e repetiu que o filho estava em suporte de vida.

A gerente repetiu que a empregada estava a fazer “demasiado drama”. Fisher perguntou-lhe se conseguia trabalhar com um filho naquele estado.

A gerente respondeu: “Sim. Ainda tenho contas para pagar, e alguma coisa para me manter ocupada. Não podemos ir e vir conforme nos apetece. O teu filho está a ser tratado. Eu tenho uma loja para gerir, e é esse o meu foco”.

A empresa Folk Oil, dona da cadeia de restaurantes, publicou na segunda-feira no Facebook para revelar que “a gerente em causa já não é funcionária da PS Food Mart”.

“Também assegurámos à nossa funcionária que ela pode tirar o tempo que precisar durante este período difícil”.

 

We’d like to follow up on the issue brought to our attention recently regarding how an employee time off request was…

Publicado por PS Food Mart em Segunda-feira, 2 de Julho de 2018

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