Cláudio Ramos pede desculpa: “depois de ver o vídeo senti uma vontade imensa de pedir desculpa”

Cláudio Ramos foi protagonista de uma situação insólita durante o programa onde é comentador, na SIC CARAS, o “Passadeira Vermelha”.

O apresentador “passou-se” com o facto de no estúdio, enquanto faziam programa em directo, o ar condicionado não estar a trabalhar correctamente, e a temperatura alterar dos 40 graus para os 10 negativos, e que o estava a incomodar, principalmente porque está doente, e aquele problema só iria agravar a sua situação:

“Eu vou lá e desligo o ar condicionado, ou trago uma ventoinha, eu não posso é trabalhar assim! Eu se fosse técnico eu garanto que eu resolvia isto. É que eu tenho um técnico aqui para me resolver o problema (…)  Eu estou doente e vou ter de trabalhar amanhã de manhã! Poça, tenho de dizer isto aos gritos? Estou há três anos a dizer isto, há três anos”

As imagens e palavras de Cláudio Ramos tiveram uma repercussão que nem o próprio conseguiria prever, e por isso viu-se obrigado a comentar o assunto e a pedir desculpas ao público.

No seu blog Eu Cláudio o apresentador pediu desculpas pelas palavras e principalmente pelo comportamento que considera ter ultrapassado os limites:

“Vou falar da reacção que tive em directo no Passadeira Vermelha e que quando a tive, estava longe de imaginar a avalanche mediática que causaria. Tinha a obrigação de saber, porque trabalho nisto, mas o momento foi infeliz e ultrapassei o limite.”

Cláudio reconhece que o caso não era para tanto, e que exagerou nas palavras e nas atitudes, e principlamente que nunca deveria ter acontecido ali, directo. Que deveria ter resolvido os problemas fora das câmaras, em bastidores, como tantos outros problemas que ocorrem:

” senti que devia explicar a minha reacção por causa do tão falado ar condicionado. O problema devia ser resolvido e falado fora de câmeras como são resolvidos e falados outros assuntos, nunca em directo. Isto é óbvio! Tenho claro na minha consciência profissional que nenhum espectador tem de ouvir os meus desabafos desta natureza e muito menos naqueles modos. Isso é claro para mim!”

Reconhece que relativizou as eventuais reacções à situação, mas que após se ter visto, ter visto o video do sucedido entendeu de imediato que deveria pedir desculpa ao publico do programa:

 “Na altura relativizei as reacções, mas depois de ver o vídeo senti a vontade imensa de pedir desculpa aos espectadores do Passadeira Vermelha, que não merecem ver aquilo e não têm nada a ver com o meu estado de saúde. Eu estou ali para trabalhar! Como disse, querem um programa divertido, alegre e opinativo. Eu estou ali para isso, por essa razão cumpre-me desculpar se eventualmente algum espectador se sentiu melindrado com a minha reacção. Mesmo!”

Cláudio explica também que está doente e que a sua situação de saúde foi a única razão para ter agido daquela maneira, mas que considera que foi incorrecta:

 “As razões de a ter tido prendem-se acima de tudo com um estado de pouca paciência minha e muitas dores. Há mais ou menos um mês lesionei a cervical o que me causa dores muito fortes, eu lido mal com isso, fico sem paciência – eu já não tenho muita – se a isso acrescentar, cansaço, dores, a dúvida do diagnóstico e do que vem a seguir, rebento facilmente. O facto é que naquele dia o ar condicionado estava desligado. Erro humano, que pode acontecer a qualquer pessoa e em qualquer lugar mas que me estava a prejudicar. Ligou-se depois e a diferença de temperatura brusca levou-me a pensar que eu pioraria as fortes dores que tenho. Passei de muito calor para muito frio. Se a isto eu juntar a descontracção com que faço o Passadeira  na informalidade que ele pede, tive no momento, a reacção que teria em casa entre amigos. Foi isto! “

Apesar de tudo, Cláudio reconhece que outras vezes houve no programa em que ‘saiu de tom’, mas a verdade é que ele  é mesmo assim, mas que basta um telespectador ficar melindrado para sinta necessidade de justificar a sua atitude. Termina com um pedido de desculpas, garantindo que não tem problema algum, pelo contrário, em reconhecer que errou e pedir desculpa pela situação:

“Não foi a primeira vez que sai do tom. Eu também sou aquilo, mas basta-me saber que um espectador ficou melindrado com a minha atitude para eu sentir necessidade de a justificar e me desculpar. Eu trabalho para o espectador (…) Por isso, com a mesma força que gritei sobre o ar condicionado, grito para pedir desculpas. Como se faz entre amigos. Sem nenhum problema porque é preciso saber reconhecer um erro. Eu errei. Desculpem! “

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