Menino autista que queria morrer recebe presentes de várias partes do mundo – nem imagina a felicidade!

Jack Rogan, autista, chegou a dizer frases de cortar o coração como: “Por favor, perdoem-me” ou “queimem-me vivo”, antes de se tentar matar com tesouras.

A mãe, Kerry Linnell, de 43 anos, de Dovecot, em Liverpool, Reino Unido, levou-o de imediato para o hospital Alder Hey Children’s Hospital, depois do incidente, mas não havia camas disponíveis.

Jack, que diz não ser uma criança “normal” e a sua mãe estão, desde então, à espera de tratamento. Já passaram 7 semanas…

Depois de publicarem a sua frágil situação no Facebook, a mãe contou ao jornal Echo que foram literalmente ‘inundados’ com centenas de postais e presentes de apoio!

“Depois de publicar a nossa história no Facebook, recebi 100 postais e 30 presentes – alguns de lugares como a Nova Zelândia!”, explica a mãe.

“Ele pensa que ninguém gosta dele ou se preocupa com ele, mas depois disto disse-me: ‘Acho que subi assim um bocadinho a minha consideração em achar que devo estar aqui…’ E depois acrescentou: ‘As pessoas, de todos os lugares do mundo, adoram-me, não é mamã?’”

A mãe enviou um pequeno filme para a redação do jornal Echo, em forma de agradecimento a todas as pessoas que o apoiaram e o ajudaram a elevar o espírito.

 

Nas redes sociais, foram divulgadas centenas de mensagens de apoio, a relembra-lo o quão especial ele é.

Entretanto, um porta-voz do hospital referiu:

“O Hospital Alder Hey está encarregue de providenciar, a um paciente internado, que tenha menos de 13 anos, todas as condições mentais, por mais complexas que sejam. A nossa unidade Dewi Jones, especializada em cuidados mentais, está situada em Waterloo, é uma das únicas seis unidades dedicadas exclusivamente a cuidados de saúde mental, em todo o país. Temos sete camas em toda a unidade, que estão reservadas ao corpo governamental. Há uma grande procura para cuidados pediátricos a nível mental e temos uma grande dificuldade em satisfazer todas as necessidades. Estamos em conversações com o governo para que possamos acelerar o processo. Há uma lista de espera grande e estamos a trabalhar de perto com o governo e com a Liverpool Clinical Commissioning Group, junto com as famílias dos pacientes, para nos assegurarmos que conseguimos prestar todos os cuidados necessários.”

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