Carlos Costa revelou que tem relação gay há oito anos.

O concorrente d’A Quinta, Carlos Costa tem vindo a dar nas vistas no programa pela sua extravagância, sinceridade e honestidade para com os colegas, demonstra ser uma pessoa que luta por aquilo que quer. O jovem de apenas 23 anos ainda está na flor da idade mas já tem uma personalidade bem vincada e maturidade para dar e vender. Para além de ser uma “personagem” marcante, capaz de marcar presença por onde passa, tem um talento incrível para cantar!

carlos costa

 

O concorrente levantou curiosidade e pesquisamos mais sobre ele, encontramos o seu blogue pessoal na qual retiramos alguma informação para partilhar convosco e uma entrevista que deu ao site dezanove falando da sua orientação sexual.

 

Quem é Carlos Costa?

Carlos Leandro Gonçalves da Costa (Funchal, 30 de Abril de 1992) é um cantor, bailarino, modelo e actor português, nascido e criado no concelho de Porto Moniz, Madeira. Cantor desde a infância, Carlos tornou-se conhecido em 2009 como finalista de Ídolos, ficando com um honroso 3º lugar e com o “rótulo” de mais mediático. Esse mediatismo fez a sua presença ser notada pelo público português 5 anos mais tarde na segunda edição do The Voice Portugal, onde foi escolhido pelo mentor Mickael Carreira e alcançou o 3º lugar na sua equipa.

Na sua jovem carreira, Carlos também ganhou 18 prémios em competições vocais, participou em dobragens para desenhos animados, integrou os elencos portugueses dos musicais High School MusicalO Livro Da Selva e High School Musical II, participou no Festival RTP da Canção 2012, venceu o “Pirogovsky Rassvet – International Contest for Pop Singers 2013” e lançou um álbum de originais, Raio de Sol.

 

 

Carreira

Antes da fama

Carlos vive e estuda junto dos pais em Porto Moniz (Madeira) até ao 9º ano de escolaridade. Durante a sua infância participa em competições vocais e festivais de música onde conquista várias vezes lugares no pódio (entre eles, 18 primeiros lugares). No Verão de 2007 trabalha na ilha vizinha, Porto Santo, como animador num hotel onde simultaneamente estudava italiano e animação sócio cultural. Decide mudar-se para Lisboa, passando a morar com a irmã com o objetivo de estudar na sua área de eleição, a música.

Em Janeiro de 2008, surge a oportunidade de entrar no musical High School Musical, deixando os estudos de parte. Após meses de espetáculo, Carlos muda-se para a cidade do Porto onde, no inverno do mesmo ano, interpreta a personagem principal no musical O Livro Da Selva. Terminado este projeto, regressa a Lisboa e pouco tempo depois entra no musical High School Musical II. Depois de finalizar o seu último musical em Maio de 2009, volta à Madeira para alguns concertos. Quando retorna à capital, participa nos castings para Ídolos.

 

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Depois do Ídolos

Terminada a digressão do programa, Carlos começa a trabalhar na sua carreira a solo, tendo recebido a proposta da gravação do seu primeiro álbum de originais e fazendo pequenos concertos e presenças em vários programas de televisão, rádio e showcases em discotecas e bares, além de outros eventos. Começa também um blog pessoal onde escreve para os fãs, e cria passatempos e convívios para fomentar a sua proximidade. Na passagem de ano atua no último concerto oficial da digressão do programa.

Em 2011, foi o primeiro artista não relacionado com o Festival da Canção ou a Eurovisão a atuar e participar numa Eurovision Party, organizada pela OGAE, tendo sido, na Eurovision Party seguinte, nomeado membro honorário. Em Julho desse ano, revela aos fãs o primeiro single do seu álbum a solo, Just Us (Mais e Melhor), e em Setembro o tema Esta Noite. Em concerto revela em exclusivo um terceiro, Compasso. Durante este ano concentra-se na gravação do seu álbum, e na sua divulgação através de concertos, e online com ajuda dos fãs. No fim do ano participa no “Natal dos Hospitais” com o seus single Just Us. Também nesta altura inscreve-se para o Festival da Canção 2012, um sonho por concretizar e que não pôde ser realizado em anos anteriores devido a ligações contratuais com o Ídolos.

No início de 2012, Carlos é aceite como concorrente no Festival RTP da Canção, tornando esta participação a sua prioridade. Com o tema Queres Que Eu Dance? (composição de João Só), o cantor alcança em 2º lugar na votação do público e 6º na votação final. Terminada esta participação volta a concentrar-se na finalização do seu álbum, aproveitando para revelar o seu tema epónimo, Raio de Sol. No Verão percorre as ilhas da Madeira e Açores com uma tour a solo, e inicia um projeto com vários artistas estrangeiros relacionados com a Eurovisão, intitulado Passport To The World.

 

Festival RTP da Canção carlos costa

 

Álbum “Raio de Sol”

Nos finais de 2012 e princípios de 2013, Carlos continua o seu trabalho em estúdio e a trabalhar em presenças, inclusivamente na final de ano do programa Toca a Mexer. Nesta fase o cantor assina contrato com a editora iPlay Label e começa a revelar o alinhamento de temas do álbum e a gravar videoclips dos seus singles. No verão de 2013 é lançado o álbum Raio de Sol, incluindo temas de compositores como TT (Tiago Teixeira) e António Avelar Pinho. Inicia-se uma grande divulgação do álbum, com presenças em televisão e entrevistas a rádios de vários pontos do país. Também são lançados os videoclips dos singles através da editora do álbum.

No mesmo verão, Carlos é convidado para apadrinhar as Marchas Populares, especificamente a Marcha do Figueirinhas, em Almada. Também recebe o convite de participar pelo Brasil no “Festival Internacional de Cantores Pop — Pirogovky Rassvet 2013”, na Rússia, onde acaba por ser vencedor com os temas Sexy (original do seu álbum) e Belive (do cantor russo Dima Bilan).

raio de sol carlos costa

 

 

Passagem pelo The Voice Portugal

No início de 2014, Carlos surge como concorrente da segunda edição do programa The Voice Portugal. A participação do cantor foi confirmada na transmissão da sua Prova Cega, onde cantou I Have Nothing de Whitney Houston. Dos quatro mentores (Mickael Carreira, Marisa Liz, Anselmo Ralph e Rui Reininho), apenas Mickael virou a cadeira, fazendo Carlos parte da sua equipa até ao final da sua participação no concurso.

O reaparecimento do cantor num programa de televisão fez a imprensa, e o seu mentor, relembrarem o seu passado no Ídolos. Na fase de Batalhas, onde membros de equipa disputam entre si a continuação no concurso, Carlos canta com Renata Gonçalves o tema Beneath Your Beautiful, de Labrinth e Emeli Sandé, tendo saído vitorioso desta fase e a colega salva por Marisa Liz. Na fase de Tira-Teimas canta Stay de Rihanna e, juntamente com Jéssica Cipriano, passa para as galas ao vivo.

Nas galas ao vivo, Carlos é eliminado na terceira gala, tendo interpretado o tema Burn de Ellie Goulding, apesar de na primeira gala ser o favorito do público com o tema Skinny Love, de Birdy. Na final, Nuno Ribeiro é finalista da equipa de Mickael Carreira, e Rui Drummond, da equipa de Anselmo Ralph, é consagrado vencedor do concurso.

 

FONTE: Blogue do Carlos Costa

 

 

 

carlos costa the voicee

 

Carlos Costa revela que tem relação há oito anos e dedica participação no The Voice à comunidade LGBT

 

Carlos Costa anunciou em entrevista à TV Guia que mantém uma relação estável há oito anos e que pondera casar-se ainda este Verão. “Estamos a pensar oficializá-la em Agosto. Nunca assumi nada, porque nem toda a gente está disposta a ser figura pública como eu (…) Vou casar-me fora do país, mas ninguém tem nada ver com isso. Vamos fazendo a nossa vida tranquilamente“, referiu o cantor e concorrente do The Voice Portugal, exibido aos domingos na RTP.

Na mesma entrevista Carlos Costa refere que, além do casamento, a paternidade está nos seus planos. “Quero ser pai biológico mas, antes, penso na adopção. Já estivemos a tratar das coisas. A minha mãe está preocupada, porque é uma grande responsabilidade, mas eu estou a decidido”. Já a propósito do The Voice Portugal, Carlos Costa disse na mesma entrevista que dedicava a sua “participação a todas as pessoas que gostam de mim e à comunidade LGBT, por aquilo que representam e pelo que sofrem, porque não são iguais aos outros. Sofri o mesmo na pele, sei o que é”. 
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“A minha família desde o início sempre me apoiou”

 

Carlos Costa participou nos Ídolos (SIC) e no The Voice (RTP1). A sua prestação não foi indiferente ao público. No último programa, a vida pessoal de Carlos Costapassou para as revistas. O dezanove quis saber um pouco mais sobre o cantor numa entrevista descontraída.

 

dezanove: Como lida a tua família com o tema da tua orientação sexual?

Carlos Costa: A minha família desde o início sempre me apoiou em tudo e em todas as decisões que tomei, sempre com os melhores conselhos possíveis, como qualquer mãe, pai ou irmão. Eles têm sido impecáveis, mas sofrem imenso com os comentários que tecem a meu respeito e com certos ataques que eu sofro directamente. Sempre lidaram bem comigo enquanto pessoa e enquanto artista.

 

Passaste por algum episódio de bullying na escola, no trabalho ou até no The Voice?

Na escola quando era miúdo, porque os miúdos são mauzinhos, mas é simplesmente por ignorância. No trabalho sempre senti um tratamento diferente por parte de algumas pessoas que respeitam pessoas LGBT, mas que não me aceitam e não me compreendem, apenas mantêm um relacionamento mais distante. Porém, nunca senti bullying no trabalho.

 

Já tentaste perceber a razão desse tratamento mais distante?

Várias vezes. Ao longo do tempo tento provar que sou uma pessoa igual às outras e acima de tudo com o meu trabalho para que eles vejam que não têm razão para esse tipo de tratamento.

 

Como reages aos comentários homofóbicos e transfóbicos online, sobretudo depois de assumires uma relação de oito anos com um homem?

Em primeiro lugar, essa relação não foi assumida por mim. Tratou-se de um e-mail anónimo que surgiu na altura que estava no The Voice.  Nunca quis falar disso publicamente, mas quando me confrontaram com o assunto, não quis mentir.

 

Então uma revista publicou uma história sem nunca te ter consultado?

Não, as revistas ligaram-me várias vezes, mas eu nunca confirmei. Tentei sempre desviar o assunto. Mas distorceram o que eu disse. E claro que tentaram aproveitar o assunto ao máximo.

 

Como foi a abordagem na rua após ter sido divulgada esta relação?

Na rua, as pessoas evitam perguntar e quem tem à vontade, pergunta algo do género: “As revistas, mentem, não mentem?” Não podemos acreditar em tudo o que lemos nas revistas ou na imprensa cor-de-rosa. O facto que é que isto é baseado na verdade.

 

Mas por que razão nunca decidiste falar publicamente nesta relação no passado? Por que razão teve de acontecer um episódio como esse para te forçar a falar de uma relação?

Porque há o outro lado da moeda. Eu posso querer, mas o outro lado pode não querer tornar o assunto público e ser exposto. Trata-se de uma questão de respeito mútuo.

 

E em relação aos comentários negativos como reagias e como reages agora?

No início ficava muito triste e magoava mesmo. Agora tenho pena. Tenho pena pela ignorância das pessoas. E não estou a dizer isto para parecer indiferente. E lamento que as pessoas não pensem que um dia possam ter na família um filho, um irmão, etc. LGBT.

 

 

Já viveste em várias zonas do país. Para ti é mais fácil ser gay em Lisboa, Porto ou na Madeira?

Talvez Lisboa, porque as pessoas vivem mais facilmente com isso, porque as pessoas aceitam de forma mais indiferente. É o centro da aceitação do tema.

 

Foram essas as razões da tua vinda para Lisboa?

A razão da vinda para cá foi essencialmente profissional, porque é em Lisboa que existe tudo: estúdios, as grandes produções, os programas, etc. Para crescer no meio tinha de estar cá.

 

Nunca pensaste em interpretar um tema contra a discriminação ou sobre a orientação sexual ou identidade de género?

O meu primeiro álbum, que era mais juvenil e em português, tinha algumas mensagens a esse respeito. Na altura, era mais imaturo e neste álbum falava de igualdade e de sermos livres à nossa maneira. Neste segundo álbum já falo imenso nisso de forma mais directa. O objectivo é transmitir mensagens reais.

 

O que pensas sobre a adopção de crianças por casais de mesmo sexo?

Acho muito importante. Já ouvi muitos argumentos contra e a favor, mas a questão mais importante é que todos temos os mesmos direitos e mais vale uma criança ser amada e ter as mesmas oportunidades do que as outras crianças do que passar a vida num orfanato. Por isso sim, sou totalmente a favor.

 

O Carlos Costa músico é diferente do Carlos Costa fora do palco?

É um bocadinho diferente, não é totalmente. O Carlos é uma pessoa simples, tranquilo, brincalhão, extrovertido, etc. O Carlos Costa é uma personagem mais distante, mais arrogante, é diferente, mas tem pontos em comum com o Carlos. Há uma projecção dos meus gostos pessoais na minha na personagem Carlos Costa.

 

Vais moldando a personalidade segundo os artistas que interpretas e de que fazes covers?

Sinto-me influenciado pelos artistas que interpreto, claro. Não são só os artistas que se sentem influenciados por pessoas que admiram, mas eu tento mostrar o meu gosto pessoal e inovar. Tento seguir as tendências que existem. Se eu gosto de ser diferente dos outros muito bem, mas se as pessoas querem ser iguais aos outros, muito bem também. Cada um deve ser como quiser, isso não tem mal nenhum. O mais importante é sentirmo-nos bem connosco próprios.

 

Que influências teve o álbum que lançaste no ano passado? Que autores te influenciam?

Sou influenciado por vários géneros do fado ao rock e tudo isso me influencia. As referências internacionais são a Rihanna e a Beyoncé. Em termos de autores são imensos. Adoraria tomar um café com vários e conversar para pedir conselhos. Neste segundo álbum junto tudo isso com a minha irreverência pessoal, porque no primeiro foi tudo muito controlado.

 

Participaste num festival de música na Rússia, o Pirogosky Rassvet, que ganhaste com o tema “Sexy”. Como é que isto surgiu?

Fui contactado por um grande compositor cipriota que já participou em inúmeros festivais da Eurovisão e que quis sugerir o meu nome à comitiva brasileira, porque queria um cantor e bailarino, porque tinha visto vídeos meus. Aceitei depois de saber as datas. No início não sabia muito bem ao que ia, mas foi uma experiência muito positiva. A comitiva ia muito motivada para ganhar!

 

E porque não foste a representar Portugal?

Portugal não costuma participar, mas o ano passado por acaso participou com o José Abreu que foi um braço direito na Rússia. Ele apoiou-me imenso porque estávamos num país onde ninguém fala português.

 

 

Como sabes, a situação na Rússia pauta-se por uma série de restrições aos Direitos LGBT e houve algumas críticas devido à tua presença lá. Como reages a isso? Não tiveste medo?

Acima de tudo tentei demostrar que sou um rapaz porreiro e bacano igual todos os outros. Senti medo em algumas situações, sobretudo no hotel, onde estavam uns desportistas dos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi que estavam a decorrer e senti pressão devido ao meu visual. O participante da Polónia desistiu por causa disso. A seguir pensei em desistir, mas não o fiz. Foi na altura que surgiram algumas mortes e ataques de homossexuais. Por isso pensei que a mensagem seria mais forte se participasse.

 

Aqui a questão é que a simples manifestação de afectos pode implicar pena de prisão ou multas.

Mas eu fui para a Rússia cantar e dançar. Não fui para ter posturas ou manifestar afectos.

 

Há diferenças entre o Carlos Costa antes e depois dos Ídolos?

O Carlos Costa no Ídolos era um rapaz que queria provar o seu valor antes de qualquer coisa, mesmo antes de vencer o programa. Não só valor artístico, como bailarino, etc. Era uma Carlos mais meticuloso, mais pensado.  Depois disso, tudo se tornou diferente, mais fluído. O Carlos de hoje, do The Voice é mais natural, mais maduro, mais pausado.

 

O que ficou da experiência de entrar nestes programas de TV?

Do Idolos ficaram os fãs, o carinho dos fãs. Negativamente ficou o cansaço e a pressão dos media. Do The Voice fica uma experiência brutal e humana, ficaram verdadeiras amizades e carinho entre colegas. Não senti uma grande competição o que ajudou a uma grande experiência humana, como disse.

 

Quais são os prós e os contras de um artista se assumir homossexual em Portugal?

Há pessoas que acham que ser homossexual não vende. As pessoas têm medo da discriminação. Houve uma pessoa que me disse no dia que saí do The Voice que as pessoas não estão preparadas para a homossexualidade em Portugal. É uma pessoa importante do meio musical. Mas eu não acredito nisso.

 

Sofreste discriminação em algum concerto teu?

Entre centenas de pessoas há sempre alguém que gosta de se armar em engraçadinho. Eu próprio já me rio das piadas. Acredito que muitas dessas pessoas querem é atenção.

 

Sentes-te apoiado pela comunidade gay nacional?

Não. Não sou o protótipo gay nacional. Eu não quero que as pessoas pensem que ser homossexual é ser igual a mim. Se nós não queremos ser discriminados, não podemos discriminar. Acho é que os próprios homossexuais são muitos discriminatórios para eles próprios. Li comentários discriminatórios, inclusive no dezanove, de pessoas que se assumem homossexuais e que me criticam porque não gostam do meu visual. Lá está: são pessoas que não me conhecem porque este visual tem um contexto.

 

Então em 2014 ainda assistimos a discriminação com base no vestuário e na aparência, é isso?

Sim.

 

E que atenção dás a esse tipo de comentários?

Não dou. Dá-me pena.

 

E para fechar, na tua opinião, o que pode a Conchita Wurst fazer pela comunidade LGBT?

Se o Thomas se reduzisse a apresentar-se como um homem, seria apenas mais “rapaz cheio de tiques esquisitos” segundo o povo. Apresentando-se com vestidos e perucas seria um mero “travesti”. Assim, com a barba, marca a diferença, chama a atenção para aquilo que é realmente importante: a sua carreira, a sua mensagem e a igualdade. Trata-se de uma jogada extremamente inteligente. É uma personagem muito bem criada. Mas tenho a opinião que  não criou a Conchita como um grito de revolta da comunidade. Apenas o fez para chamar a atenção sobre si mesma, acabando por se tornar num ícone gay inevitavelmente.

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8 Comentários

  1. Mas há lá algum que não seja gay, ou P—?

  2. Lolol k choke
    Oh pelo amor a santa mas quem não sabia que td ele é gay

  3. Os menos tentos lool. Pelo menos ele não esconde a sua opção sexual.

  4. Mas, era preciso revelar??? que grande novidade!!

  5. Novidade…..e qual é o problema dizem fazem só para serem conhecidos

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