Retirar os pêlos do rosto; devemos ou não fazê-lo? Quais as consequências? – Saiba mais

Segundo a Dra. Vanessa:

 

As funções dos pelos do corpo são: proteção contra microrganismos de áreas orificiais como narinas, ouvidos e olhos; proteção contra atrito das áreas de dobras como axila e virilhas e proteção aos raios ultravioletas para o couro cabeludo, rosto e dorso de mãos e pés.

Existem dois tipos de pelos: os pelos “velus” que são pelos finos e claros e ospelos terminais. Os velus são pouco desenvolvidos e espalhados pelo corpo e os pelos terminais correspondem aos pelos espessos dos cabelos, barba, axilas e púbis.

Devemos evitar retirar os pelos velus, exatamente pela sua função protetora. Já os espessos e escuros, principalmente na área do rosto, são muito inestéticos aos padrões de beleza da atualidade. Então para retirá-los, devemos escolher o método menos traumático para a pele.

Fazendo um apanhado rápido dos métodos que existem, temos:

Cera quente ou Fria: Possibilidade de manchas por queimadura ou alergias e o questionamento se o estirão que a pele sofre pode ou não levar a uma flacidez da área a longo prazo.

Cremes depilatórios: Muito alergênicos e os pelos crescem muito rapidamente pois apenas a parte que está para fora da pele cai, devido a uma reação química.

Pinça:  Retira pela raiz, risco de pequenos traumas como beliscões.

Linha:  Também retira pela raiz e possui menos risco de traumas.
Importante: Cheque sempre se o pedaço que entra em contato com a sua pele, não entra também em contato com a boca da profissional pois existe o risco de transmissão de infecções caso a técnica não seja realizada na melhor higiene possível.

Laser: depilação progressiva com o objetivo de destruir a raiz do pelo.

Lâmina: Possibilidade de traumas e a questão do pelo nascer mais grosso. O fato é que o pelo possui o formato de uma pirâmide. Quando arrancamos o pelo pela raiz ele nascerá com o início fininho, mas quando raspamos o pelo, nós cortamos na altura do crescimento em que o pelo estava, ou seja, ele continuará crescendo a partir dali e ao repetir o processo ao longo do tempo, vamos cortando na altura da base mais alargada e é essa base que crescerá para fora da pele e então alegamos que o pelo ficou mais grosso. Na verdade ele seguiu o seu crescimento normal mas ficou espetando pelo sentido do corte.

Quando vamos fazer depilação à laser, temos que escolher métodos entre as sessões que não retirem a raiz e acabamos indicando a lâmina, mas para evitar os efeitos colaterais seguimos algumas dicas:

– Nunca raspe a seco (umedeça a área com água, cremes ou géis de barbear ou pelo menos um sabonete neutro)

– Siga o sentido do crescimento do pelo e não o contrário dele para diminuir o ângulo de corte e não deixar esse aspecto de espetando.  E ainda diminuir os pequenos traumas na pele.

 

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Depois de tudo isso que a Vanessa explicou, nós tivemos mais certeza que não gostaríamos de usar a lâmina de barbear no rosto.

Preferimos tirar o buço pelos métodos que puxam o pelo pela raiz e não optamos por tirar essa “penugem” que todas temos no rosto, quando ela é fininha e clara não tem motivos para isso.Ainda mais agora que sabemos que ela ajuda a proteger a pele dos raios ultravioletas.

Não tomamos partido nessa questão e nem concordamos com regras ditadas, cada uma sabe o que é melhor pra si. O único problema é que os contras de levar a lâmina ao rosto nos parecem maiores do que tudo isso. No caso da Fernanda, como a gente já disse, é bem provável que ela não tenha achado outra saída. Mas se der pra evitar, melhor ainda!

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