Cristina Ferreira foi à Tailândia!

CRISTINA FERREIRA foi recentemente à Tailândia, ao paraíso, fez uma viagem de sonho e registou imensos momentos! É de louvar as paisagens fantásticas, a serenidade que transmite!
Espreitei o seu site Daily Cristina e decidi fazer um artigo sobre a sua mais recente viagem!

 

Abaixo deixo fotos guiadas pela Cristina e videos! Espero que gostem! Desfrutem, quem sabe um dia também lá vamos nós! 😉

 

 

Koh Nangyuan

 

 

Bangkok

 

 

O 1º Dia!

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“Bangkok recebeu-nos neste primeiro dia. Basta pôr um pé fora do aeroporto para perceber a desorganização organizada da cidade. Ser motorista aqui não é tarefa fácil. Mas lá chegámos ao primeiro destino. Estoirados de uma viagem longa, da perda da mala e, com vontade de um banho. Mas era preciso resolver o facto de ter ficado sem nada. E lá fomos nós a um dos muitos shoppings da cidade. Roupa interior, uma muda de roupa e toca a andar. O Shangri-La Hotel, Bangkok é a nossa primeira morada. Junto ao rio, tem uma luxuriante vegetação a envolvê-lo e um pequeno almoço de chorar por mais. Claro que não podiam faltar as massagens. Com média intensidade, que as tailandesas são conhecidas pela força. Nas massagens claro. Tem barco à porta e é vê-los num frenesim, para trás e para a frente, seja no transporte de passageiros ou de mercadorias. O almoço também se fez por aqui. Mas isso é para ver daqui a pouco. E houve pão de ló verde. :) Já vai perceber. Já agora vão pensando em que dia da semana nasceram. Eu nasci à sexta e sou azul. Já vos explico.” by Cristina

 

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O palácio real

 

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“É de uma beleza indescritível. Nunca as imagens traduzirão aquilo que os nossos olhos conseguem ver na visita ao palácio. Vidrilhos, cerâmica, folha de ouro. Tudo adorna os templos e os edifícios do palácio do Rei. Rei que é adorado por todos. Neste momento vive no hospital com a mulher. Tem 87 anos e alguns problemas de saúde. Explicou-nos a guia que poderia ter o médico no palácio mas que não quer retirar o médico do hospital, onde poderá ajudar os outros. Está sempre do lado do povo, e isso manifesta-se depois na forma como os tailandeses respeitam a família real. Rei, Rainha, um Príncipe e duas Princesas. As ruas estão agora engalanadas de violeta. A cor da princesa mais nova que vai celebrar os seus 60 anos. Cor essa que diz respeito ao dia de nascimento. Eu, que nasci à sexta, curiosamente o dia que costumo associar à minha sorte, sou azul. Representa o Buda pensador. Ascendas aliás estão espalhadas por todos os edifícios do palácio. Num ritual de proteção também eu me benzi com a flor de lótus. Em breve a cidade vai vestir-se de azul. A rainha faz anos. E todos se vestirão de azul. Apesar dos muitos turistas, é de facto imprescindível esta visita. Não use decotes, braços de fora e saias muito curtas. Por uma questão de respeito. Às regras deve um país onde todos nos saúdam de sorriso no rosto. Viva o Rei.” by Cristina

 

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A casa do Embaixador | Tailândia

 

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“E na Tailândia, solo português. Portugal, aliás, foi a primeira nação a chegar a Bangkok. Fomos nós a levar o célebre picante que marca a cozinha tailandesa. Tal como na doçaria, onde ainda se mantém a herança conventual. Foi a convite da Embaixada Portuguesa e do seu Embaixador, o Senhor Luis Barreira de Sousa, que o final do dia terminou num dos edifícios mais bonitos da cidade. Foi em 1966 que se tornou Embaixada, tínhamos começado como missão diplomática em 1820 e, desde então, tivemos 8 Embaixadores no local. É ali que se continuam a manter as relações entre os dois países. E a comer a típica comida portuguesa. Agora sob o comando da Chef Maria Barreto, é ali que muitos experimentam pela primeira vez os nossos sabores. Os tailandeses têm um profundo carinho pelos portugueses e, cabe ao Embaixador, a difícil tarefa de fazer a ponte entre o passado e o presente. Obrigada pela forma como fomos recebidos. É um orgulho poder conversar com quem representa o nosso país a tantos quilómetros de distância.” by Cristina

 

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Uma casa tailandesa…

 

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“Com certeza. Tivemos a honra de entrar na casa de uma família Tailandesa. Fazem açúcar de coco, à vista de quem por ali passa. Sorriem. Estão em casa mesmo, e convidam-nos a subir. Ficaram os sapatos à porta, que na Tailândia o respeitinho é muito bonito, e não se faz de outra maneira. Uma casa despejada de tudo, mas cheia de alma. Poucos móveis, uma esteira a fazer de cama, roupa no estendal, e fotografias. Muitas fotografias. Dos que estão e dos que foram. Mas sempre ali. As cinzas dos que já morreram ocupam lugar de destaque. De todos. Em plena sala de estar que não tem mais do que chão. É ali que se sentam a conversar. Os mais velhos em cima, os mais novos em baixo, a ouvir. À distância de um degrau. Não há divisões. Na cozinha amontoam-se tachos. E só havia uma porta. Curiosa como é, a Isabel Saldanha abriu-a. Fechou-a logo a seguir, de repente, e serena disse: está ali uma senhora a dormir.” by Cristina

 

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O mercado flutuante

 

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“E ao segundo dia, o rio mais movimentado da Tailândia. Esta não é uma informação confirmada, mas só pode. Entrámos no fascinante mundo do mercado flutuante. Centenas de pequenos barcos, quase rentes à água, castanha, acotovelam-se num ritmo diário. Gerações inteiras, de avós a netos, fazem deste um modo de vida. Encostados estão os barcos com os vendedores. E, em cada um, uma surpresa. Desde comida, com fogões, fogareiros e tachos a fumegar, a fruta simples, bancadas de doces, artesanato, chapéus e budas para turista ver, e comprar, numa mistura de cores e sabores com o som da língua tailandesa. No meio, os turistas. E os olhos esbugalhados de tamanha curiosidade de saber o que vem a seguir, e como se desenvencilham da confusão. No final da curva, sentada no alto das escadas, uma velha, de idade imperceptível, segura uma cana com um cesto na ponta que estica para receber o dinheiro de um dos vendedores que ali encosta.  Deve ficar ali o dia todo. Deve ser ela a dona do mercado.” by Cristina

 

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Serenidade

 

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“Volto atrás porque as lembranças estão presentes. Ainda durante o fim de semana várias pessoas me foram perguntando da Tailândia, já certos do fascínio que exerce sobre nós. É viagem de sonho para muitos. Mesmo que os sonhos estejam longe. Sinto agora que vi muito pouco. A Isabel Saldanha, minha fotógrafa, já lá foi 4 vezes. E dela ouvi  muitas histórias que incluíam monges, entre elas, a de um monge que contra todas as expectativas, se tornou seu amigo e tem página de Facebook. E digo contra todas as expectativas porque, supostamente, não poderia haver contacto entre nós e aqueles que escolheram o caminho. Foi em Ayutthaya que vimos este monge. Passeava-se com uma senhora e uma jovem. E, na sua delicada forma de pedir, a Isabel pediu. Pediu uma foto e o monge aceitou. Depois de tantas histórias e, sob indicação da guia tailandesa, ajoelhei-me, não falei, não o olhei nos olhos. Não soube quase o que fazer. É preciso respeito pelas convicções dos outros. Soubemos depois que era a filha e a neta que o acompanhavam. Foi depois da morte da mulher que se tornou monge. Foi a vida. E deixou-nos, naquele dia, com um sorriso tímido e, quem sabe, também ele, com vontade de dizer alguma coisa. Mas há silêncios especiais.” by Cristina

 

 

 

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O que comer?

 

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As margens

 

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“O rio, já o disse, faz parte da economia tailandesa. Observar as margens é descobrir um povo que se vira para a água em busca de tranquilidade. As casas, por mais pequenas que sejam, debruçam-se em varandins à passagem dos barcos. De Ayutthaya para Bangkok, num passeio de duas horas, há direito a almoço e vista privilegiada. Às casas de madeira seguem-se os dourados dos templos, a brancura de um palácio e, já dentro da cidade, as universidades, os hotéis e o hospital, onde vive o rei. É desta mistura que se faz a Tailândia. É essa mistura que nos faz querer voltar.” by Cristina

 

 

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A melhor praia!

 

 

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“Está eleita. De todas as que vimos, a praia do Hotel Sheraton é a melhor de Koh Samui. A água transparente, quente, a areia fininha, as pedras grandes a comporem a paisagem, fazem deste um local de sonho. É aproveitar. Apetece sempre estar na água. A Tailândia é dos poucos locais onde, até pode chover a potes, que está tudo bem. A água e a temperatura continuam quentes. E vai mais uma comida spicy.” by Cristina

 

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Para a ilha

 

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9 da manhã. Partida em speed boat para as ilhas. Sol, muito calor e uma equipa de marinheiros 5 estrelas. Não encontrei até hoje povo tão preocupado e protetor dos turistas como o Tailandês. Meia hora depois, chegámos à primeira ilha, Koh Nanguan. O paraíso. Que merece ser visto do alto, 300 degraus depois. Sempre ouvi dizer que chegar ao paraíso era difícil e, hoje confirmei. Mas vale a pena cada gotinha de suor. Na descida, o mergulho é a recompensa. E os peixinhos. Coloridos e habituados às pessoas que ali os espreitam no snorkling. Antes de almoço rumo a Angthong Marine Park. E aí começa a aventura. Uma hora depois aparece a chuva. Na hora do caiaque. Toca de ir para o barco e rumar ao hotel. Foram 45 minutos de balanços, coletes vestidos, toalhas na cabeça e água a entrar por todos os lados. Sempre que o capitão se baixava já sabíamos que vinha água. Não deu para meter medo. Mas foi uma experiência. Parecíamos miúdos divertidos por estarmos à chuva. Claro que não há registo do momento. Tivemos de guardar todas as máquinas no único quadrado protegido do barco. Mas valeu a pena. É o momento do dia de hoje. by Cristina

 

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FONTE: DAILY CRISTINA

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Um Comentário

  1. Pena não ter ficado por lá de vez

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